Para cada lugar que o Cirque Du Soleil vai, leva a estrutura própria. Com 20 mil metros quadrados asfaltados, a equipe monta cinco tendas coloridas em azul e amarelo: uma para recepcionar quem chega e quer dar uma olhadinha nos souvenirs, duas para área VIP, uma para os artistas e a principal delas, a big top (grande tenda, em português), que abriga backstage, palco e os 2.600 lugares disponíveis para assistir-se a Quidam. Esse é o nome do espetáculo, inaugurado em 1996, em Quebec, no Canadá, e que desde então percorre o mundo com a beleza das cores e dos movimentos.
Com estreia marcada para o dia 11 de junho, Quidam está ainda em estágio de montagem. A equipe local contratada pelo Cirque soma 480 pessoas, sendo 300 para fazer montagem e desmontagem de estrutura, e 180 para ocupar cargos na recepção, na loja, na cozinha e na própria arena, como lanterninha, por exemplo. A tenda principal foi erguida na manhã de ontem, em um espetáculo à parte. Dotada de quatro pontos de apoio centrais, a tenda já se sustentava de pé. Lateralmente, entretanto, as 140 vigas e 450 estacas que dão suporte à toda a estrutura ainda precisavam ser levantadas.
Um exército de 100 homens vestidos com coletes coloridos e capacetes azuis trabalhou para pôr de pé o Cirque – todos cearenses. Comandados pelo técnico Eduardo Salvo, brasileiro, os homens posicionaram-se aos pares para mover cada uma das estacas, passando para a estaca seguinte ao fim do movimento. A montagem toda durou cerca de cinco minutos e correu com tranquilidade. “A estrutura maior foi montada sábado. Nós passamos o sábado inteiro fazendo manutenção das tendas para erguer a Big Top no domingo. Por isso estamos adiantados no dia de hoje”, disse ontem o Eduardo.
Entre as vantagens para a velocidade da montagem, o responsável técnico enumera o bom clima e a animação da equipe: “Não foi nem mais fácil nem mais difícil. A tenda estava em Dubai, o som, na Grã-Bretanha, tem coisa de todo lugar aqui, então foi mais especial. Tivemos sorte pelo sol. As condições climáticas influenciam muito. No Canadá, por exemplo, às vezes a gente tem neve. Aqui, se tivesse sido três dias atrás não teria sido tão fácil, por causa da chuva. Além disso, também tivemos um pessoal local bem animado”.
A tenda erguida tem 15 metros de diâmetro e 17 metros de altura, um espaço aparentemente pequeno para abrigar assentos e palco. Mas nada que atrapalhasse o sonho descrito pela relações públicas do circo, a canadense Marie-Josée: “Saindo do backstage, vamos ter rampas laterais, além de um equipamento que nós chamamos de teleférico, para os artistas entrarem voando no palco. Aqui também ficam os músicos, seis músicos e dois cantores”, contou apontando os espaços marcados no chão.
A estrutura completa do Cirque Du Soleil (cinco tendas com iluminação, poltronas, cozinha, refeitório e até escola para as crianças artistas e filhas de artistas) leva de 9 a 10 dias para ser montada. A partir da semana que vem, no dia 9, com tudo pronto, a bilheteria oficial sai do Shopping Iguatemi e passa para a Praça 31 de Março, local que abriga o evento.
SERVIÇO
Quidam: Estreia dia 11 de junho, quinta-feira, às 21 horas. Apresentações às quintas e sextas, às 21 horas, sábados às 17h e 21h, e domingos às 16h e 20h, na Praça 31 de Março, Praia do Futuro. Em cartaz até o dia 28 de junho. Ingressos: R$ 230 (inteira, setor 3), R$ 115 (meia, setor 3), R$ 350 (inteira, setor 2), R$ 175 (meia, setor 2), R$ 420 (inteira, setor 1), R$ 210 (meia, setor 1), R$ 490 (inteira, premium), R$ 245 (meia, premium), R$ 680 (inteira, premium + tapis rouge), R$ 435 (meia, premium + tapis rouge). Formas de pagamento: cartões V, M, AE, DC, débito em conta e dinheiro.
A tenda Big Top abriga backstage, palco e os 2.600 lugares disponíveis para assistir-se a Quidam O espetáculo já começou A apenas 10 dias da estreia, a tenda principal foi erguida ontem em um espetáculo que durou cerca de 5 minutos Alinne Rodrigues Da Redação Para cada lugar que o Cirque Du Soleil vai, leva a estrutura própria. Com 20 mil metros quadrados asfaltados, a equipe monta cinco tendas coloridas em azul e amarelo: uma para recepcionar quem chega e quer dar uma olhadinha nos souvenirs, duas para área VIP, uma para os artistas e a principal delas, a big top (grande tenda, em português), que abriga backstage, palco e os 2.600 lugares disponíveis para assistir-se a Quidam. Esse é o nome do espetáculo, inaugurado em 1996, em Quebec, no Canadá, e que desde então percorre o mundo com a beleza das cores e dos movimentos. Com estreia marcada para o dia 11 de junho, Quidam está ainda em estágio de montagem. A equipe local contratada pelo Cirque soma 480 pessoas, sendo 300 para fazer montagem e desmontagem de estrutura, e 180 para ocupar cargos na recepção, na loja, na cozinha e na própria arena, como lanterninha, por exemplo. A tenda principal foi erguida na manhã de ontem, em um espetáculo à parte. Dotada de quatro pontos de apoio centrais, a tenda já se sustentava de pé. Lateralmente, entretanto, as 140 vigas e 450 estacas que dão suporte à toda a estrutura ainda precisavam ser levantadas. Um exército de 100 homens vestidos com coletes coloridos e capacetes azuis trabalhou para pôr de pé o Cirque – todos cearenses. Comandados pelo técnico Eduardo Salvo, brasileiro, os homens posicionaram-se aos pares para mover cada uma das estacas, passando para a estaca seguinte ao fim do movimento. A montagem toda durou cerca de cinco minutos e correu com tranquilidade. “A estrutura maior foi montada sábado. Nós passamos o sábado inteiro fazendo manutenção das tendas para erguer a Big Top no domingo. Por isso estamos adiantados no dia de hoje”, disse ontem o Eduardo. Entre as vantagens para a velocidade da montagem, o responsável técnico enumera o bom clima e a animação da equipe: “Não foi nem mais fácil nem mais difícil. A tenda estava em Dubai, o som, na Grã-Bretanha, tem coisa de todo lugar aqui, então foi mais especial. Tivemos sorte pelo sol. As condições climáticas influenciam muito. No Canadá, por exemplo, às vezes a gente tem neve. Aqui, se tivesse sido três dias atrás não teria sido tão fácil, por causa da chuva. Além disso, também tivemos um pessoal local bem animado”. A tenda erguida tem 15 metros de diâmetro e 17 metros de altura, um espaço aparentemente pequeno para abrigar assentos e palco. Mas nada que atrapalhasse o sonho descrito pela relações públicas do circo, a canadense Marie-Josée: “Saindo do backstage, vamos ter rampas laterais, além de um equipamento que nós chamamos de teleférico, para os artistas entrarem voando no palco. Aqui também ficam os músicos, seis músicos e dois cantores”, contou apontando os espaços marcados no chão. A estrutura completa do Cirque Du Soleil (cinco tendas com iluminação, poltronas, cozinha, refeitório e até escola para as crianças artistas e filhas de artistas) leva de 9 a 10 dias para ser montada. A partir da semana que vem, no dia 9, com tudo pronto, a bilheteria oficial sai do Shopping Iguatemi e passa para a Praça 31 de Março, local que abriga o evento.




Nair